QUALIDADE
DE VIDA E PADRÃO DE VIDA Qual a diferença entre qualidade de vida e padrão de vida? O padrão de vida pode ser medido através de parâmetros como
posse de bens materiais, grau de capacidade de consumo de produtos ou
possibilidade de crescimento social. No entanto, muitas vezes, pessoas
de altíssimo padrão de vida procuram tratamentos e terapias porque sua
qualidade de vida não está no nível desejado. Atualmente presenciamos uma busca ansiosa pela elevação do padrão
de vida, pela aquisição de bens materiais que traz prestígio social.
Isto não é qualidade de vida. O que é qualidade de vida? Qualidade existe quando o conjunto
de necessidades de determinado cliente é atendido por meio de um produto
ou serviço. No mundo empresarial atual todas as organizações sabem o
que é qualidade total, ela tem como meta a
garantia de sobrevivência da empresa, no presente e no futuro da satisfação
do cliente com os produtos e serviços recebidos. |
Quando consideramos a dimensão individual, e não o ambiente
organizacional, constatamos que qualidade de
vida corresponde à percepção e ao grau de satisfação que cada um tem
de si em um dado momento. Quanto maior for essa satisfação, melhor a
qualidade de vida. Quanto mais atendida em suas expectativas pessoais, quanto mais
satisfeita e mais feliz, mais qualidade de vida uma pessoa tem. O ponto-chave
da qualidade de vida, então, reside na capacidade de se perceber e distinguir o que é bom e o que é ruim para cada
um de nós. Sentir o que nos agrada e o que nos desagrada. Essas expectativas
das pessoa são variadas e diferentes em cada
indivíduo. Muitas vezes não é possível igualar o significado de bom
e ruim entre duas pessoas. |
VALORIZE-SE
Aproveite ao máximo seu potencial e sua situação atual,
aprendendo a valorizar a si mesmo de maneira como você é agora. Evite o
perfeccionismo, mas lute para melhorar. Como parte do processo, por exemplo,
sua postura corporal ou o nível de energia que transmite para os outro. Pense nas seguintes perguntas, fazendo uma
auto-análise com muita sinceridade:
Você
consegue transformar desafios e problemas em vitórias?
As pessoas bem-sucedidas encaram os problemas como
oportunidades. Observe o que você aprendeu com sue contratempo mais recente.
Quais foram suas reações? Como você superou o problema? Por que não conseguiu
ficar satisfeito com o resultado final?
Você se
aceita como é?
Olhe para você mesmo. Perceba suas características, suas
qualidades, suas virtudes. Isso inclui sua aparência, sentimentos, seus pontos
fortes e fracos. Como você se sente? Você percebe e, mais importante, aceita
seus limites? O que você tem vontade de fazer quando descobre que algo não
acontece da forma desejada?
Você aceita
ser reconhecido pelo que faz?
Quando as pessoas lhe perguntam “Você faz o quê?”, você
parece pedir desculpas, ou sente-se não merecedor do seu trabalho? Quando outra
pessoa lhe faz um elogio, você reconhece seu próprio valor, ou fica mostrando a
essa pessoa o quanto ela está “exagerando”?
Você pára
para reconhecer seu próprio trabalho?
Como você percebe seu próprio desempenho: está satisfeito ou
ainda que não está à altura dos padrões determinados pelos outros? Se você
viver apenas para cumprir as expectativas dos outros, nunca atingirá
as suas. Quando foi a última vez que você pensou: tenho realizado meu
trabalho muito bem!?
Essas questões estão ligadas ao nível de qualidade de vida
que uma pessoa tem.
Motivação e qualidade de vida estão tão ligadas que é preciso
um esforço interno para que alguém possa mudar e ampliar seu nível atual de
satisfação.
É preciso ampliar os níveis de motivação das pessoas,
trabalhando o indivíduo com respeito e seriedade.
AUTO-ESTIMA:
O PODER DE DAR O MELHOR DE SI
O que é
Auto-estima?
As pessoas que se sentem satisfeitas consigo
mesmas são mais motivadas, produtivas e criativas. Envolvem-se mais na
solução de problemas, aproveitando oportunidades e enfrentando desafios, e possuem maior facilidade de trabalhar em equipe. Sentem-se
seguras para doar seus sentimentos e recebem com mais naturalidade os
sentimentos dos que as cercam. Todas estas características são conseqüência da
capacidade da própria pessoa em aumentar, valorizar e manter sua auto-estima.
Auto-estima significa amar e valorizar a si mesmo, de
verdade, que você se aceita como é e continua esforçando para melhorar cada vez
mais. Ë sentir um apreço saudável por si mesmo – suas melhores qualidade e
grandes conquistas.
No nosso dia-a-dia, somos bombardeados constantemente com
mensagens na mídia (rádio, jornal, televisão, etc.), que nos dizem como é bom e
fácil ser mais rico, mais magro, mais jovem, mais bem-sucedido, mais atraente,
mais aceito socialmente, etc. Como resultado, alguns de nós se
convencem de que os outros ficarão
encantados se usarmos cremes caros, dirigirmos determinados automóveis, usarmos
as roupas ou perfumes certos, ou fizermos ginástica em academias lotadas de
gente famosa.
-
“Você é mais exigente consigo mesmo do que com os
outros.”
-
“Você espera mais de si mesmo. Aprenda a viver um dia
de cada vez.”
-
“Mesmo que seja pouco, valorize o que você conseguiu.”
Se todos estão lhe dizendo para não ser tão exigente
consigo mesmo, faça isso! Você pode, se você estiver motivado para mudar!
O ser humano tem um grande potencial dentro de si. Mas
esquece constantemente de utilizá-lo. Estamos vivendo momentos de grandes
transformações. A palavra crise parece estar em todas as conversas, em todas as
partes. As crises econômicas e as políticas, e até mesmo as crises de
relacionamento e de valores assustam as pessoas.
As incertezas e frustrações que cercam a vida neste final de
milênio confundem muitas pessoas, de tal forma que parecem não deixar espaço
para respirar, e muito menos para se recuperar e para poder enfrentá-las.
Não devemos deixar de lado nossas aspirações e ideais mais
elevados sem qualquer sinal de luta. Utilizando nosso potencial interior
podemos enfrentar e superar muitos obstáculos.
Nossas crises se tornam grandes oportunidades para encontrar
saídas que passam a ter um valor duradouro. Cercados de dificuldades, podemos fortalecer-nos a ponto de suportar as mais graves
ameaças emocionais e materiais.
A visão positiva, no mínimo nos oferece opções de ajuda a
encontrar uma solução para os problemas, sendo o resultado de um ciclo positivo
de dar e receber, a lamentação não resolve nada!
Para desenvolver e manter uma visão positiva, é necessário trabalhar características próprias que estão
ligadas a nossa capacidade de aumentar, valorizar e manter nossa auto-estima.
Devemos ter o cuidado de não ferir os sentimentos de valor
próprio, principalmente ao discutir problemas, conseguimos isso focalizando os
fatos em vez da pessoa. Eleva-se a auto-estima
reconhecendo as boas idéias, demostrando confiança na capacidade e tratando as
pessoas como indivíduos competentes.
Ao manter ou elevar a auto-estima, é importante ser
específico, desta maneira ao elogiar ou reconhecer o mérito de alguém denota
que você está sendo sincero.
Valorizar, aumentar e manter a
auto-estima das pessoas com quem lidamos diariamente nos ajuda
efetivamente a:
- Abrir
canais de comunicação – é um grande “quebra-gelo”;
- Conseguir
comprometimento na ação – as pessoas que tem boa imagem de si própria são mais
propensas a pôr em prática as idéias com energia e entusiasmo;
- Reduzir a
atitude defensiva – as pessoas não se sentirão atacadas nas discussões de
problemas.
- Aumentar a
cooperação entre os membros de uma equipe – um grupo confiante em geral é mais
colaborador, inovador e produtivo.
QUALIDADE E
MOTIVAÇÃO NO TRABALHO
Trabalha é vital
O trabalho é muito importante na vida do ser humano.
Mas, ser viciado em trabalho, trabalhar horas e horas, e ser muito
perfeccionista, pode significar um dos sintomas de baixa auto-estima.
Ás vezes trabalhamos em um
ambiente de trabalho que valoriza mais as horas extras e o esforço do que a
felicidade pessoal.
Não se pode mais ignorar os efeitos que o vício em
trabalho exerce em nossa qualidade de vida. Quando se permite que o vício em
trabalho se desenvolva, ele pode levar às drogas e alcoolismo, dependência
emocional, saúde debilitada, divórcio ou abuso físico.
O estímulo atribuído ao trabalho deve ser observado,
pois ele pode ser saudável ou estar ocultando uma certa carência, ansiedade ou
até mesmo uma fuga pessoal. Não se pode negar o benefício do trabalho para o
ser humano, porém não se pode perder de vista a noção de que o excesso de
trabalho por um prolongado período pode fazer com que outras atividades
(esporte, lazer, convívio familiar), essenciais ao desenvolvimento e ao
equilíbrio do ser humano, deixem de existir.
Todo estresse é proveniente de algum excesso, seja ele emocional, físico ou mental.
Hábitos negativos como julgar e criticar os outros,
podem ser superados quando deixamos de julgar e criticar a nós mesmos. Ao
concentrar-se continuamente no lado positivo das coisas e dar ao subconsciente
um novo “plano” verbal e visual para o futuro, os resultados logo se tornarão
visíveis numa auto-imagem melhorada. Não importando suas experiências
anteriores, o desenvolvimento de sua auto-estima vai colocá-lo em contado com
seu próprio poder interior e transformá-lo.
Estamos
trabalhando demais e por muitas horas?
Em qualquer que seja o cargo ou função, algumas
pessoas escolhem trabalhar 10 horas por dias, além dos fins de semana. Segundo
pesquisas recentes, divulgadas pela DDI (Development Dimensions International),
uma das maiores empresas de recursos humanos do mundo, 21% dos profissionais de
nível médio passam entre 41 e 49 horas reais por semana no trabalho, e 53%
passam de 50 a 59 horas.
A maioria dos viciados em trabalho
começam impulsionados por forças externas, e depois culpam “o
sistema” pelas suas horas adicionais, quando na verdade eles próprios é que
criam situações para trabalhar cada vez mais e mais horas. Mas as melhores
organizações mundiais estão atentas e procurando mudar este fato. Elas começam
a entender que uma longa jornada de trabalho leva ao desgaste do profissional e
diminui a eficácia no trabalho.
Como
aumentar o desempenho, equilibrando o tempo no trabalho mesmo trabalhando por
conta própria?
- Limitar o
tempo gasto com bate-papo;
- Quando
estiver preso em uma reunião não produtiva, pedir para alguém tomar nota ou
gravar a reunião;
- Optar por
um horário móvel. (Sair da rotina de trabalho sempre no mesmo horário pode ser
uma fonte de energia, e muitas vezes aumentar a criatividade)
É importante que tenhamos uma vida equilibra. Por
exemplo:
-
Ajudar os filhos na lição de casa;
-
Trabalhar;
-
Ter tempo para cursos, leitura, férias;
-
Ter o tempo disponível a
noite ou fins de semana para cinema, reuniões de condomínios, etc.
Oito
atitudes de Auto-estima
1 – Seja seu melhor amigo.
Incentive e ame a si próprio. Não espere ser perfeito.
Dê um tempo para si mesmo! Quando se atinge a perfeição, não se tem mais a
evoluir. A imperfeição nos faz ter certeza de que ainda temos o que conquistar,
aprender e aperfeiçoar.
2 – Reserve um tempo
para aproveitar a vida.
Escolha alguma coisa da qual você gosta e inclua isso
em sua vida, da mesma forma que você encaixaria em seu horário uma consulta
importante ao médico. Transforme-a numa prioridade.
3 – Estabeleça objetivos
para sua vida.
Reveja constantemente seus objetivos de curto e longo
prazo. Não tenha medo de pensar grande. Abra mão de mágoas, raiva, desilusões e
culpas. Se elas voltarem a incomodá-lo, abandone-as tantas vezes quantas forem
necessárias. Pense no futuro!
4 – Fale consigo
mesmo em tom positivo.
Use afirmações para dar ao seu subconsciente uma
poderosa mensagem positiva. Utilize a energia que há dentro de você para
atingir o objetivo que você escolheu.
5 – Visualize seu
objetivo sendo realizado.
Em todas as áreas da vida, visualize atingindo seu
objetivo. Sinta a emoção e a alegria de atingir o que você se propôs.
Transforme-se naquilo que pensou.
6 – Faça escolhas
para sua vida.
Você é livre para mudar, crescer, escolher como viverá
o resto da sua vida. Sua felicidade dependerá muito de você. Não responsabilize
os outros para omitir sua responsabilidade sobre sua própria vida.
7 – Relacione-se com os
outros.
Aprenda a contar com os outros para
obter informações, apoio e modelos de comportamento, afeto e atenção.
Dividir faz parte da confiança que temos em nossa capacidade. Você não precisa
fazer tudo sozinho.
8 – Aceite-se como você é.
Ame a si mesmo – física, mental e emocionalmente – da
mesma forma que amaria um amigo querido. Incentive carinhosamente este amigo a
crescer, sem críticas destrutivas, mas com aceitação e amor. Decida qual o
papel que você quer viver no seu filme. Siga o roteiro de amar e ser amado, de
dar e receber, que você escreveu, e não somente aquele que foi escrito para
você pelas expectativas e decisões dos outros.
Pessoas com baixa auto-estima
normalmente tem uma auto-imagem negativa que pode gerar:
- Falta de
aproveitamento das oportunidades pela fantasia constante de que as coisas serão
feitas “amanhã”.
- Perfeccionismo
– uma obsessão com a aparência ou uma necessidade de sempre fazer as coisas da
maneira “certa”.
- Comunicação
de uma auto-imagem negativa através de uma linguagem corporal inadequada.
A auto-estima é um ingrediente importante para
melhorar não só a sua vida, mas a vida de todos com quem você
tem contato. Criticar e julgar os outros de forma negativa e destrutiva é sinal
de baixa auto-estima, assim como exigir demais de si mesmo, seja pelo
perfeccionismo ou mania de trabalhar.
No caminho do sucesso a superfície pode ser lisa e
reta, pavimentada com um asfalto sólido, chamado auto-estima, porem neste caminho existem obstáculos, armadilhas e trechos
difíceis a serem ultrapassados, mas mesmo assim, este caminho possui o
necessário para chegarmos no nosso ideal.
Não devemos repetir para nós mesmos mensagens de
fracasso.
Quando estamos pensando em mudar, há uma tendência a
negar tudo aquilo que já fomos. Por exemplo, dizemos a nós mesmos, “Cometi um
erro tão grande casando tão cedo” ou “Nunca gastaria tanto dinheiro com
bobagens como fiz há dois anos”. As pessoas com alta auto-estima jamais negam o
que foram ou as decisões que tomaram.
Podemos ter o controle sobre o nosso
futuro, basta perceber que:
- A forma de
vermos o mundo determina o que conseguimos.
- Criamos
nossas experiências com nossos pensamentos e sentimentos.
- que pensamos sobre nós mesmos torna-se realidade.
A FORMA DE
VERMOS O MUNDO DETERMINA O QUE CONSEGUIMOS
Quanto mais sentimentos antigos e negativos eu libero,
mais espaço crio para coisas boas. Estou colocando
minha vida em ordem, preparando-me para aceitar tudo de bom que virá.
Quando percebemos que temos liberdade de escolha,
ficamos livres para mudar. O único momento em que podemos fazer estas mudanças
é o presente. As palavras que escolhemos para descrever nossa vida quotidiana
refletem os processo de pensamento que governam cada momento da vida que vivemos.
CRIAMOS
NOSSAS EXPERIÊNCIAS COM PENSAMENTOS E SENTIMENTOS
O que sentimos e o que pensamos, são as bases do que
chamamos nossas experiências. Quando uma pessoa diz para a outra: “Faça isso
dessa forma porque já tenho muita experiência”, ela está utilizando sua
vivência passada para acertar logo na primeira vez.
Se utilizamos esta
vivência de forma positiva, conseguiremos bons resultados. Mas se dizemos
coisas predominantemente negativas, podemos acabar chamando de experiências os
pensamentos e sentimentos negativos, e provocamos ações e resultados
insatisfatórios.
Afirmação: Quanto mais se espera de uma situação, mais
se consegue.
Afirmações são frases simples, normalmente sentenças
afirmativas curtas que declaram um fato sem deixar margem para dúvidas. Muitos
estudiosos acreditam que as afirmações que contêm frases negativas não
funcionam porque o subconsciente ouve apenas as frases positivas. A primeira
vez que você diz uma afirmação, pode achar que soa estranho, exótico ou até
mesmo um pouco tolo. Mas com o tempo, ela torna-se parte de sua realidade
diária. Nada é mais gratificante do que chegar ao final de um projeto, e
perceber que este momento da vida real estava no cerne de sua afirmação.
O QUE
PENSAMOS DE NÓS
MESMOS TORNA-SE REALIDADE
O segredo de uma vida de sucesso é construir o
equivalente mental do que se quer; e livrar-se do equivalente mental daquilo
que não se quer.
Quanto mais tempo passar visualizando sua meta, mais
real ela se tornará. Quando você passa a visualizar suas metas, regularmente,
elas se tornam um poderoso meio de refazer suas energias para que você possa
perseguir o que quer.
A visualização pode ser um meio poderoso de cura
física e espiritual.
Nosso subconsciente constrói nossa realidade a partir
das figuras que fornecemos a ele.
A forma de vermos o mundo determina o que conseguimos.
Criamos nossas experiências com nossos pensamentos e
sentimentos.
O que pensamos sobre nós mesmos torna-se realidade.
ESTABELECENTO
SEU MOT
A auto motivação é conseqüência de um processo de auto-conhecimento, onde procuramos estimular nossa percepção
a respeito do mundo externo, e estabelecer as metas e objetivos da nossa vida.
Nosso nível de motivação será reflexo de atos e gestos
simples, mas que tocam profundamente alguns aspectos-chave do nosso ser,
ligados intimamente aos estímulos externos que recebemos, que são interpretados
à luz de nossas referências internas.
A motivação é o conjunto de MOTIVOS que leva um ser
humano a empreender uma determinada AÇÃO:
MOTIVAÇÃO = MOTIVO + AÇÃO
É por esta razão que o primeiro passo para
estabelecimento de um plano de auto-motivação
constitui-se na elaboração do nosso MOT, que é um processo de auto-conhecimento
(diagnóstico auto-realizado) sobre os fatores que nos levam a desencadear os
nosso MOTIVOS internos.
Para identificar os fatores desencadeadores dos
MOTIVOS, precisamos liberar nossos sentimentos, utilizando a sinceridade e o
pensamento profundo em nossa vida atual.
O MOT pode se alterar de tempos em tempos, que
significa que estamos em constante mutação.
O nosso MOT pessoal poderá ser elaborado pensando-se
em “fatores
pessoais” e “fatores profissionais”.
Quando pensarmos em “fator”, podemos imaginar
elementos subjetivos (amor, afeto) ou elementos materiais (trabalho, dinheiro).
Devemos procuras escrever apenas uma palavra em cada
resposta e não frases inteiras.
O MOT depois de concluído deve estar mais ou menos
desta maneira:
|
Ponto do MOT |
Fator Motivacional |
|
1 |
Ansiedade |
|
2 |
Felicidade |
|
3 |
Alegria |
|
4 |
Dinheiro |
|
5 |
Estresse |
|
6 |
Baixa auto-estima |
|
7 |
Falta de reconhecimento |
|
8 |
Trabalho |
|
9 |
Esporte |
|
10 |
Família |
A utilização do MOT dependerá de nós, pois em função
do nosso interesse podemos refletir sobre o conjunto de fatores que desejamos.
O mais importante é que o MOT seja um instrumento que identifique e ordene os
fatores geradores dos MOTIVOS, a serem utilizados a serviço da auto-motivação.
O MOT deve ser elaborado nas quatro etapas descritas a
seguir:
Primeira etapa (M)
Estabeleça os cinco fatores de mutação, seguindo os
cinco pontos utilizados para escrever a letra M. Relacione os fatores que você
deseja aumentar ou amplificas (nos ápices da letra M, pontos 2
e 4 na figura), os fatores que deseja diminuir ou minimizar (pontos 1 e 5 da
figura), e o fator que deseja manter (ponto 3).
Segunda etapa (O)
Imaginando que a letra “O” representa você e seu
relacionamento com o mundo exterior, relacionar o fator externo que mais o
DESMOTIVA (Ponto 6 na figura) e o fator interno que
mais o DESMOTIVA (Ponto 7).
Terceira etapa (T)
Estabeleça os três fatores que mais o motivam,
anotando-os numa folha de papel.
Quarta etapa (AÇÃO)
Após as três etapas anteriores, reflita agora no
conjunto de ações que você pode empreender para realizar os cinco fatores
descritos na letra M, nas ações necessárias para reduzir os dois elementos
desmotivadores da letra O, e nas ações necessárias para ampliar os três
elementos motivadores da letra T. Entendemos como um plano de ação, um conjunto
de ações possíveis, planejadas e realizáveis, e que possuem uma meta a ser
atingida, tal como:
- Que eu vou
fazer?
- Quando eu
vou fazer?
- Como eu vou
fazer?
Para isto, utilize uma nova folha de papel, que pode
ter a seguinte configuração:
|
Pontos |
O que vou fazer? |
Quando vou fazer? |
Como vou fazer? |
|
1 |
|
|
|
|
2 |
|
|
|
|
3 |
|
|
|
|
4 |
|
|
|
|
5 |
|
|
|
|
6 |
|
|
|
|
7 |